| SV-ZEITUNG 06/2002, pág. 397 | |
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Um grande dia para a Sociedade Valeparaibana Cães Pastores Alemães na Cidade de São José dos Campos, Estado de São Paulo. São José dos Campos é uma cidade
que fica aproximadamente há 100 km da Grande São Paulo;
para distâncias brasileiras, podemos dizer a dois passos. A Sociedade Valeparaibana Cães Pastores Alemães em São José dos Campos é um excelente exemplo para o fomento e a promoção desta raça no Brasil. A Presidente da Associação aparentemente nunca se cansa de realizar e organizar provas e gincanas e está constantemente em contato com repartições públicas, especialmente com o Centro Técnico Aeroespacial (este possui um Centro de Treinamento e dispõe de canil próprio). Aqui existe interesse recíproco para o treinamento
em conjunto. Pode-se dizer que as Associações e Clubes no Brasil, em geral, estão em fase inicial. Tanto a criação como o treinamento em geral devem ser ainda organizados. As estruturas devem se adaptar às modernas exigências atuais. Por anos se deu um imenso valor à estrutura canina e sua própria “beleza estética”. Finalmente, os ativos associados descobriram que o pastor alemão é um cão de serviço de primeira linha e que assim deve corresponder ao ideal de cão de trabalho por excelência. Por fim, eles estão avançando... Estivemos pela primeira vez juntos, no ano 2000, em São
José dos Campos e pudemos verificar e vivenciar os esforços
para o alcance do progresso, do contínuo aperfeiçoamento
e das mudanças de estruturação. O importante é o progresso e o contínuo esforço para o alcance de um incessante aperfeiçoamento. A semana de seminário esteve totalmente preenchida.
E isto, apesar dos elevados custos, levando em conta o baixo nível
de vida dos brasileiros. Os nossos amigos da Associação
e os demais participantes fizeram o máximo possível para
poder custear este curso. Alguns tiveram que arcar com as despesas de
uma viagem de até 2000 quilômetros para poder participar
do seminário por nós ministrado. Tudo de necessário, para o contínuo aperfeiçoamento de um cão de trabalho e cão de serviço foi transmitido durante as aulas teóricas e práticas. Começando com o trabalho do cão de faro e indo até o serviço de proteção. As apresentações foram realizadas com Power Point, o que facilitou a transmissão do conteúdo teórico. O aplauso no final do seminário nos transmitiu a certeza de que: O que nós quisemos transmitir, não teve
apenas respaldo, mas incentivou-os a procurar mais conhecimento. Quanto à organização dos eventos
de 2001, pode-se dizer que o nível de São José pode
ser comparado a outros eventos daqui da Alemanha. Para a avaliação dos juizes, havia à
disposição dois digitadores com os respectivos computadores.
Havia também o serviço de tradução simultânea
do português para o inglês e do inglês para o português.
Para Werner Rapien, que foi um dos juizes, havia um tradutor à
disposição, que fornecia a descrição dos resultados
pelo microfone na língua materna. Mesmo com toda organização existente, o mais importante é o que ocorre no campo. Isto vale não somente para o futebol, mas também para o adestramento do cão. Em dois dias foram avaliados vinte condutores com seus cães. A participação dos condutores foi relativamente alta. Foram apresentados cães de trabalho e da polícia
e estes avaliados quanto à obediência. Se ocorreram déficits durante as provas, estes se devem à estrutura dos cães. Muita coisa no Brasil no campo da condução para cães deve ainda ser feita. Mas vale a pena investir aqui. Até a próxima vez! Autores: Werner Rapien e Günter Heumann Tradução: Wladimir Oliveira Nota: As reticências referem-se a trechos suprimidos
que não interferem na interpretação do texto. |
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